Influenciadora é criticada por “sexualizar” camisa da Seleção Brasileira em jogo preparatório

Por O Brasiliense

A influenciadora digital Ravena Hanniely, de 25 anos, relatou ter sido alvo de duras críticas nas redes sociais após publicar o resultado da customização de uma camisa oficial da Seleção Brasileira. O figurino foi modificado por ela para acompanhar o amistoso entre Brasil e Egito, disputado no último fim de semana como parte da preparação oficial para a Copa do Mundo.

Segundo Ravena, a iniciativa partiu do desejo de criar um visual exclusivo e diferenciado para assistir à partida. Para isso, ela adquiriu uma peça original em uma loja licenciada por um valor superior a R$ 800.

“Eu comprei a camisa original porque gosto de acompanhar os jogos e queria usar algo diferente. Paguei pela peça e resolvi adaptá-la ao meu estilo. Em nenhum momento imaginei que isso fosse gerar tanta discussão”, desabafou a jovem.

Acusações de Desrespeito e Antipatriotismo

A repercussão negativa teve início logo após a postagem das primeiras fotos exibindo o novo formato do uniforme modificado. Embora parte de seus seguidores tenha elogiado a criatividade do corte, uma parcela significativa de internautas passou a questionar e reprovar as alterações estéticas feitas na vestimenta.

A influenciadora revelou ter ficado surpresa com o teor e o volume das mensagens recebidas:

  • Críticas ao Estilo: Muitos usuários apontaram que a customização acabou “sexualizando” um símbolo esportivo tradicional.
  • Questionamentos sobre Patriotismo: Outros perfis acusaram a jovem de estar desrespeitando o próprio país e a chamaram de “antipatriótica” devido ao teor das modificações.

Defesa e Posicionamento

Apesar do susto com a dimensão que o caso tomou no ambiente virtual, Ravena Hanniely manteve sua posição e defendeu que o ato de cortar ou moldar o tecido não anula o seu sentimento de apoio à equipe nacional.

“Fiquei assustada com a quantidade de pessoas me chamando de antipatriótica por causa de uma roupa. As pessoas agem como se eu tivesse destruído a camisa. Eu comprei a peça original, paguei por ela e apenas adaptei ao meu estilo. Continuo torcendo pelo Brasil exatamente da mesma forma. A única coisa que mudou foi o visual da roupa. Nunca imaginei que uma customização fosse gerar uma discussão tão grande, mas respeito quem pensa diferente”, concluiu a criadora de conteúdo.