O Brasiliense — Militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Levante Popular da Juventude realizaram uma intervenção em frente à Embaixada dos Estados Unidos em Brasília na manhã desta quinta-feira (13/08/2026). A mobilização teve como foco a denúncia da indústria bélica e dos impactos da política externa norte-americana pelo mundo.
Com cartazes trazendo mensagens como “Indústria da Guerra dos EUA = mortes, fome e a destruição da natureza”, o protesto integra as atividades da 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra, marcada também por homenagens ao centenário de Fidel Castro.
Indústria Belística e Dados Internacionais
Durante o ato cívico, os organizadores citaram levantamentos internacionais para apontar a participação dos Estados Unidos no mercado de defesa global:
- Exportações de Armamentos: Citando dados do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (Sipri), os manifetantes destacaram que o país responde por cerca de 42% das exportações globais de armas.mst.org.br
- Impacto em Conflitos: A juventude denunciou o envio de material bélico a zonas de guerra, como o conflito na Faixa de Gaza e escaladas militares no Oriente Médio e na América Latina.
“Defendendo o direito à vida, a natureza, a paz e a soberania dos povos, com a superação desta sociedade na construção do socialismo e da emancipação humana”, declararam os militantes em manifesto conjunto durante a mobilização.
Resumo da Mobilização
| Aspecto | Informação |
|---|---|
| Organização | Juventude Sem Terra (MST) e Levante Popular da Juventude |
| Local | Embaixada dos EUA (SES Av. das Nações — Brasília/DF) |
| Data | Quinta-feira, 13 de agosto de 2026 |
| Contexto | 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra |
| Pautas Centralizadas | Soberania dos povos, críticas à indústria de armas e denúncia de bloqueios econômicos. |