Nova campanha da marca recorre à memória, à intimidade e à elegância silenciosa para apresentar pijamas e peças de loungewear como presentes que acolhem
Há campanhas que vendem um produto. Outras tentam vender uma data. A nova ação de Dia das Mães da Loungerieprefere outro caminho: o de sugerir que certos presentes carregam menos valor no preço do que na lembrança que conseguem acionar. Em vez de apostar em uma maternidade idealizada, a marca escolhe uma narrativa mais delicada, ancorada na memória afetiva, no convívio e na intimidade possível entre mães e filhos.
A proposta coloca o conforto no centro, mas não como sinônimo de desleixo. Ao contrário: a campanha posiciona pijamas, robes e peças de loungewear como objetos de afeto que conciliam aconchego e sofisticação, num momento em que presentear também significa reconhecer o cansaço, a rotina e o desejo de pausa. Em tempos de datas comemorativas cada vez mais ruidosas, a Loungerie parece apostar em uma elegância de baixa voz.
Essa leitura aparece tanto no conceito quanto na imagem. A campanha investe em uma estética que flerta com o imaginário visual dos anos 1990 e 2000, com iluminação frontal, sombras marcadas e atmosfera que lembra o flash seco das câmeras analógicas. O efeito não é apenas visual: ele ajuda a construir uma sensação de lembrança, como se a cena quisesse parecer ao mesmo tempo atual e já guardada na memória.
No centro dessa narrativa está a relação entre gerações. A cumplicidade entre mãe e filha é explorada sem exagero, em composições que sugerem espelhamento, herança e diferença. A sensualidade, quando surge, vem depurada — madura, leve, sem ruído. É uma campanha que tenta falar de maternidade não pelo sacrifício ou pelo estereótipo, mas pela presença.
A curadoria de produtos acompanha esse raciocínio. Entre os destaques, a linha Sabrina traduz uma feminilidade mais suave, com peças em viscose de toque macio, estampas florais e detalhes em rosa e verde. A coleção inclui pijama longo, robe, short doll e camisola, numa proposta que equilibra frescor e delicadeza sem abrir mão da funcionalidade.

Já a linha Eleonora segue por uma trilha mais clássica. Feita em cetim, aposta no brilho contido do tecido, no caimento preciso e em acabamentos em off-white sobre base azul vintage índigo. O resultado é uma sofisticação discreta, dessas que não pedem atenção, mas a retêm. Com opções em pijama longo e short doll, a coleção parece mirar uma mulher que valoriza beleza e conforto na mesma medida.
Fechando a seleção, a linha Luna oferece um registro mais casual, pensado para o cotidiano. A combinação entre malha canelada e detalhes em renda cria peças de uso mais espontâneo, em tons como verde pine e vinho raspberry radiance, aproximando o aconchego de uma linguagem mais contemporânea e descomplicada.

Ao reunir essas propostas sob o guarda-chuva do Dia das Mães, a Loungerie tenta reforçar um posicionamento que vai além da lingerie como categoria. A marca se apresenta como um endereço de presente com vocação emocional — um lugar em que vestir, descansar e acolher se tornam gestos vizinhos.

No fundo, a campanha parece entender algo simples e poderoso sobre a data: há presentes que impressionam, e há presentes que ficam. A Loungerie quer ocupar esse segundo lugar.
A campanha de Dia das Mães já está disponível nas redes sociais, no e-commerce e nas lojas físicas da marca em todo o país.

Ficha técnica
Direção criativa: João Pessoni
Foto: Gustavo Ipolito
Tratamento de Imagem: Paulinho Amaral
Filme: Vinícius Baccata
Set Design: Ricardo Ishihama
Styling: Rafaella Rebellato
Beleza: Jô Portalupi
Produção executiva: Leili Rodrigues
Casting: Constanze von Oertzen e Emely von Oertzen