Família de Pedro Turra se manifesta após morte de adolescente no DF

Por meio de advogado, família do ex-piloto lamenta falecimento de Rodrigo Castanheira e afirma solidariedade; STJ nega habeas corpus e mantém prisão

A família do ex-piloto Pedro Turra, de 19 anos, se pronunciou oficialmente neste sábado (7/2) sobre a morte do adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos. O jovem morreu após não resistir às graves lesões sofridas em uma briga ocorrida no dia 22 de janeiro, em Vicente Pires, no Distrito Federal.

A manifestação foi feita por meio do advogado da família, Daniel Kaefer, que divulgou uma nota pública expressando pesar e solidariedade.
“Em nome da família de Pedro Turra, com profundo respeito e sincera solidariedade, lamentamos o falecimento de Rodrigo Castanheira. Neste momento de imensa dor, nos unimos aos pais, familiares e amigos, expressando nossas mais sentidas condolências e desejando que encontrem amparo, conforto e força para atravessar este período de luto”, afirmou o defensor.

Rodrigo estava internado em estado grave desde o episódio, com traumatismo craniano, e permaneceu por cerca de duas semanas sob cuidados intensivos. A confirmação da morte intensificou a comoção em torno do caso, que ganhou grande repercussão no Distrito Federal e nas redes sociais.

No campo jurídico, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, na sexta-feira (6/2), o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Pedro Turra. Com a decisão, o ex-piloto segue preso preventivamente.

Pedro está detido em cela individual no Complexo Penitenciário da Papuda, conforme determinação da direção do presídio, medida oficializada pelo diretor-geral do Centro de Detenção Provisória (CDP) na última terça-feira (3/2).

A investigação segue em andamento, e, com a morte da vítima, a tipificação do crime pode ser revista, o que pode resultar em acusações mais graves e aumento da pena prevista.