Como enxugar a máquina pública e destravar recursos para a saúde e educação no DF

O Brasiliense — O equilíbrio entre responsabilidade fiscal e a entrega de serviços públicos de qualidade tornou-se um dos temas centrais do debate político no Distrito Federal. Diante dos recorrentes gargalos no atendimento dos hospitais públicos e na infraestrutura escolar das Regiões Administrativas (RAs), o pré-candidato ao Governo do DF pelo Partido Novo, Luiz Kiko Caputo, defende um choque de gestão focado no enxugamento da máquina administrativa e no combate ao desperdício orçamentário.

Leia também: Em sabatina na Amcham Brasília, Kiko Caputo defende modernização para destravar o DF

Segundo o pré-candidato, a reestruturação da máquina estatal — com a redução de cargos comissionados, a modernização dos processos de compras e a revisão rigorosa de contratos corporativos — é o caminho para recuperar a capacidade de investimento do governo local sem aumentar impostos.

“O morador do DF paga imposto de primeiro mundo para receber serviços básicos precários. O problema não é falta de arrecadação, é prioridade e gestão técnica”, afirma Kiko Caputo.

Eixos do Plano de Eficiência Fiscal

O plano de governo do pré-candidato prevê que os valores economizados com a redução de despesas administrativas sejam vinculados diretamente à ponta do atendimento público nas RAs mais adensadas.

METAS DE REESTRUTURAÇÃO ADMINISTRATIVA


• Quadro de Pessoal: Redução de cargos comissionados e valorização de servidores de carreira.
• Compras e Contratos: Auditoria contínua de contratos corporativos e licitações.
• Investimento Direto: Reorientação de recursos para insumos na saúde e manutenção escolar.
• Parcerias Estratégicas: Concessões e parcerias público-privadas para infraestrutura.