Galpão, uma joia guardada no SIA

O lugar tem um conceito único, é onde o design de interiores encontra a elegância e é uma das marcas mais importantes do SIA. Mas o seu brilho vem de outra característica. Conheça… 

O Galpão é uma jóia de valor inestimado. Isso não tem nada a ver com a marca atuar com o que há de mais sofisticado no mercado em termos de design de interiores. Está no fato de operar capitaneada por uma mulher cuja elegância está presente em seu modo de agir, pensar e trabalhar. E isso não se compra, é algo que os dicionários não dão conta, é algo que você tem ou não tem. E Elma Sousa, capitã do Galpão, tem de sobra. Ela pensa os detalhes de um ambiente com elegância, ela planeja os diferentes matizes de cores a serem usados com elegância, ela trata cada projeto que chega às suas mãos com elegância. 

E para o deleite da clientela exigente do Galpão – o crème de la crème de Brasília quando o assunto é design de interiores – o jeito de atuar da design de interiores e decoradora está impresso no jeito de atuar de sua própria empresa, o Galpão. 

E por falar em Galpão, a empresa é literalmente um galpão, mas com o estilo arquitetônico que faz lembrar um ambiente parisiense. A marca nasceu em 2019 na “fantástica fábrica de empresas de sucesso”, também conhecida como SIA, pelas mãos de Henrique Silva, Elma Sousa e Tiago de Castro. No entanto, com o alto grau de experiência e de projetos desenvolvidos por Elma Sousa e sua equipe, você poderia jurar que se trata de uma empresa com vasto tempo de mercado, até os primeiros dizeres de “nascemos pouco antes da pandemia”, “somos relativamente novos”.  

Com pouco mais de dois anos de atuação, o Galpão hoje é o que há de mais badalado em decoração não apenas no SIA, mas em Brasília como um todo. “Isso é fruto de um trabalho incansável e apaixonado. Aqui nós treinamos muito o olhar, a percepção sobre as coisas, as diferentes texturas e cores, o ângulo dos objetos em relação aos ambientes, as personalidades dos proprietários, enfim. São fatores que nos ajudam a dar vida e sofisticação para os mais diferentes tipos de ambientes”, diz Elma, do alto de sua experiência de pouco mais de 15 anos no mercado de design de interiores de alto padrão.
  
A música ambiente do local começa a tocar, a voz de Elma encaixa-se perfeitamente na melodia, enquanto o cenário em volta monta a aura quase que de um filme cult francês. “A decoração de ambientes é mais do que dispor objetos aqui e ali, é a arte de contar histórias. Por isso fazemos uma leitura do cliente e trabalhamos de uma forma que ele se pertença ao lugar.  A pergunta que sempre fazemos para nós mesmos aqui no Galpão é: como podemos imprimir histórias por meio da decoração dos ambientes?”

Nível elevado 

Com pouco mais de dois anos no mercado, o Galpão já possui características facilmente lembradas pelo público. Ali, por exemplo, o cliente encontra um atendimento consultivo, dado por arquitetas e arquitetos com habilidade de venda e um olhar personalíssimo para arquitetura e design. São mentes treinadas para fazer uma leitura geral dos ambientes da clientela e imprimir personalidades a cada trabalho. Atuando assim, a marca conquistou clientes do mais alto nível em Brasília, Goiás, São Paulo e Rio.  A marca Galpão está em um grande momento. Depois de enfrentar o período mais duro da crise, “ter que lidar com as incertezas do mercado”, Elma diz que o momento é de muito trabalho. O público, cada vez mais exigente com o design de seus lares, tem forte influência no ritmo intenso de novas demandas que chegam ao Galpão. 

“Somos uma empresa ainda mais sólida hoje. Estamos em um caminho de franco crescimento. Conquistamos clientes, mercado, parcerias. Estamos felizes”. Do futuro, Elma e seus sócios já sabem o que querem: “queremos que as pessoas venham ao Galpão e se inspirem. É uma loja ampla, feita para o passeio e aberta a todos que amam o design de interiores”, diz. 
 
A empreendedora da Galpão concedeu essa entrevista de modo sereno e elegante, mesmo sabendo que faltavam alguns minutos para uma próxima reunião com um cliente do Galpão. Tornou-se à prova de agendas apertadas. Declina atenção aos seus compromissos de modo ímpar. Elegância.

Pareceu loucura 

E foi assim, com garbo e elegância, que o trio Elma-Henrique-Tiago olharam para um galpão vazio, de chão duro e paredes brutas, há pouco mais de dois anos, e deram vida ao Galpão. E no SIA. E em uma época com pouca presença de marcas voltadas ao design de interiores de alto padrão. “Empreendedor é louco”, diz Elma enquanto sorri ao relembrar da história.

Instalar o Galpão no SIA foi a primeira resposta ao mercado de que se tratava, de fato, de uma marca diferente e que merecia atenção. “Se não fosse para ser diferente eu nem viria para o SIA. Se fosse para ser igual a outras empresas eu iria para bairros onde estão outras marcas do mesmo segmento”, diz Elma.
 
– E deu certo, Elma? 
– Deu super certo!, ela responde. E vai além…

“As pessoas chegam à loja e acham incrível. Elas sentem que aqui nós transportamos a vida delas para os ambientes. O cliente sente que eu nos importamos com as coisas deles. O cliente chega aqui, vê o lugar, conversa com a nossa equipe e sente que há sentimento, empatia. Afinal, casa é sentimento, é o seu reencontro com sigo mesmo. E essa é a receita do Galpão em cada trabalho”, argumenta.

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